Sobram as noites que conta,
E daquelas que, extenuado, perdeu a conta.
Sobra uma sombra companheira do seu faz de conta.
Mas sem se arrastar segura a esperança com força,
E quando correria mais rápido que qualquer côrsa...
Fica especado á espera que a vida o dobre o torça.
Do aço que não é feito... faz-se ceder aos poucos,
Mas levanta-se para levar nova dose de problemas... socos,
Destinados a deixar de pé apenas uns poucos.
É agora um exercito que marcha na sua direcção,
Aglutinando o positivo... deixando á vista a devastação,
Mas olha de frente intuitivo... combate com o coração.
E mais lhe escondem as verdades que julgam não querer saber,
Mais ele tem de descobrir para poder se reconhecer,
Mais fundo, intimo, franco... a verdade é o seu poder.
A mensagem que pôs na garrafa deixada á humanidade,
Foi a humildade de reconhecer a imperfeição... sua lealdade,
A arma de humanização maciça... é a liberdade, respeito e verdade.
fruindo
Há 12 anos
1 comentários:
ta muito fixe não basta apenas ler os poemas mas compreender a mensagem de cada um.
Continua assim vais no bom caminho.
Abraços
Miguel
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